Física PRF: movimento circular na prática da profissão

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Professor Caio Almeida explica como este assunto pode ser aplicado no exercício da carreira

Nos estudos, sempre têm aqueles assuntos que você para e pensa: “onde eu vou usar isso?”. É uma pergunta válida, afinal, o que fazer com todo o aprendizado depois da aprovação?

Para responder este questionamento tão, naturalmente, comum entre os estudantes, o professor de Física, Caio Almeida, exemplifica como o assunto de Movimento Circular se encaixa no dia-a-dia de um policial rodoviário federal.

Confira:

Vamos supor um caso bem comum:

Tiago adora carros e começa a personalizar o carro que ganhou do seu pai, a primeira coisa que ele faz é alterar a roda do carro – passando de aro 15 para aro 17.

Será que com essa mudança haverá alguma consequência? Essa foi a pergunta do Tiago ao seu pai.

O aumento do diâmetro da roda causa uma elevação na altura do carro, elevando também o seu centro de massa, tornando o veículo mais instável. Como a grandeza medida pelo velocímetro é a velocidade angular () e não a linear, a medição feita por ele não irá mudar.

Já a velocidade do automóvel, que é a linear, irá aumentar devido ao aumento do diâmetro da roda do carro. A indicação no velocímetro fica menor do que a velocidade real do carro.

Exemplo: você está numa via onde o limite de velocidade é 60 km/h e no seu velocímetro marca incrível e cravado 60 km/h (lembrando que você trocou o aro de 15 para 17), depois de um tempo chega em sua residência uma notificação que estava acima do permitido, a velocidade medida pelo radar é 68 km/h.

Entendeu?

Um forte abraço!

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